O tempo em que escrevia para desabafar. Nada além do papel consegue me escutar tão bem.
Escrever é a forma mais facíl que encontrei para aliviar minhas aflições. Ainda não consegui encontrar algo que não faça caras e gestos para o que quero esconder, com o que faço de tão errado. Quem definiu o erro?
Tudo que penso rodeado de interrogações, justifico minhas questões pessoais em singelas perguntas. O suspeito. Sugerir algo é mais excitante para quem lê. Não me agrada jogar cartas na mesa bem numeradas. Quero que você vá atrás do significado, busque respostas. Como eu que escrevo, ás vezes, nem eu sei a real resposta.
Tudo na mente me aparece abstrato, jogo no papel, porque ele aceita, nenhum contrato.
Oh mania de rima que não sai do palavriado, quanto mais escrevo, mais o escrito esta rimado, desenhado, abobado. Agora chega gente, a reza acaba no instante que a semana recomeça e eu tenho que voltar a rotina, antes que as pessoas sintam a falta da presença daquela que só inventa, pra passar o tempo sem que fique tragico o comico acaso...
"– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
sábado, 16 de outubro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário