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"Cada um pensa o que quiser pensar, afinal eles tem o direito de acharem e eu tenho o dever de entender, mas não tenho o dever de aceitar."

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Meu corpo esta morto de linguagem

Não é medo o que sinto agora
Nem solidão...
É uma calma de quem vai embora
Sem levar recordação
Não vejo perigo
Nem desvantagem
Não sinto remorso
Ou alegria
Estou livre de tudo que me abraça
Depois de hoje vem muitos dias
Como seria bom sentir isso sempre
No entanto é apenas um momento raro
Que passa como um pensamento
No coração que o compraria caro
Toda vida tem uma história
Cada segundo uma razão
Mas na folha do que vivo agora
Não escrevo explicação
Eu simplesmente não penso em nada
Nem cogito qualquer vitória
Meu corpo esta morto de linguagem
E a alma não procura a glória.
Postado por Unknown às 18:50 0 comentários

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O que o acaso decidir

Como vai você hoje em dia
Espero que esteja tudo bem
Eu ando tentando ver o lado zen
O que é que nos ensinam
Nossos mesmos velhos males


Aonde você tem andado
Sempre me perguntam por você
Eu tô indo à vida
Com a determinação de um trem
Como um faminto em um prato de comida


Pois sempre houve espinhos
Nas rosas de qualquer jardim
E se há calor no ninho
Há pedras no caminho
E ainda assim é belo



Papo Cabeça - Lulu Santos
Postado por Unknown às 17:47 0 comentários
Marcadores: papo cabeça lulu santos

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

últimas ouvidas e identificadas

Não me atire no mar de solidão
Você tem a faca, o queijo e meu coração nas mãos
Não me retalhe em escândalos
Nem tão pouco cobre o perdão
Deixe que eu cure a ferida dessa louca paixão
Que acabou feito um sonho
Foi o meu inferno, foi o meu descanso
A mesma mão que acaricia, fere e sai furtiva
Faz do amor uma história triste
O bem que você me fez nunca foi real
Da semente mais rica, nasceram flores do mal
Huummm....
Não me esqueça por tão pouco
Nem diga adeus por engano
Mas é sempre assim
A mesma mão que acaricia, fere e sai furtiva
Faz do amor uma história triste
O bem que você me fez nunca foi real
Da semente mais rica, nasceram flores do mal

http://letras.ms/BYS
Frejat/ Guto Goffi -  Flores do mal
Postado por Unknown às 21:53 0 comentários
Marcadores: flores mal frejat

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Saudade, vontade, desejo e coragem...

Se saudade pudesse a essência, várias vezes, me sugar
Nada restaria, dignidade ou humildade,
para fazer, alguem descente me tornar.

Se vontade me pudesse trazer grande alegria,
Tudo se transformaria em energia e ar
para que meus pulmões pudessem, finalmente, respirar.

Cada dia passa e a vida ensina
Porque estou nesse lugar

Se desejo fosse alento
para minha alma descansar
teria paz interior e um bucado de sono,
sem nunca, me preocupar em despertar.

Se coragem fosse alguém com quem pudesse sempre conversar
Viveria calada, pois nunca teria algo de bom para lhe contar.

Cada dia passa e a vida ensina
Porque estou nesse lugar

Nosso erro é acreditar que tudo o que remete ao par
Pode um porto seguro proporcionar...

Mas a escora está naquele
que conhece o medo de si plenamente
antes do caminho que precisará trilhar,
E independente do outro, que em seu destino terá que cruzar.

Cada dia passa e a vida ensina
Porque estou nesse lugar...

Aline Menezes

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Postado por Unknown às 00:37 0 comentários
Marcadores: poemas

domingo, 17 de outubro de 2010

Antes de dormir, pra me distrair

Como o povo sempre diz:
"Para o que não tem remédio, Remediado estará."
Eu entendo que para uma alma aflita, só o tempo pode fazer curar.
Sabe a crença, mais que a ciência que o mal há de passar.
Quando se acredita no bem que a vida deve trazer,
para aquele que não pode nada além
do que possa crer.
Quero amar nada mais do que posso escolher
mesmo que o escolhido seja o que o destino nunca quis ter.
Acredito que não posso sempre prever,
mas a esperança é a única coisa que tenho verdadeira, sem me distorcer.
Deus, não vou zombar do que pensou para cuidar de mim,
mas não posso fingir e me conformar com o que não posso pedir.
Só quero que saiba: Vou lutar até o fim.
até cansar ou até cair
pois não sou mulher de só pensar e desistir.
Venha os obstáculos
A vida é isso ai.
Não cheguei aqui para viver de boa moça e reprimir.
O que não for de verdade, disso aqui
Não quero nunca para mim...

"Boa moça" - Aline Menezes
Postado por Unknown às 21:14 0 comentários

sábado, 16 de outubro de 2010

Escrito rimado não sai do palavriado

O tempo em que escrevia para desabafar. Nada além do papel consegue me escutar tão bem.
Escrever é a forma mais facíl que encontrei para aliviar minhas aflições. Ainda não consegui encontrar algo que não faça caras e gestos para o que quero esconder, com o que faço de tão errado. Quem definiu o erro?
Tudo que penso rodeado de interrogações, justifico minhas questões pessoais em singelas perguntas. O suspeito. Sugerir algo é mais excitante para quem lê. Não me agrada jogar cartas na mesa bem numeradas. Quero que você vá atrás do significado, busque respostas. Como eu que escrevo, ás vezes, nem eu sei a real resposta.
Tudo na mente me aparece abstrato, jogo no papel, porque ele aceita, nenhum contrato.
Oh mania de rima que não sai do palavriado, quanto mais escrevo, mais o escrito esta rimado, desenhado, abobado. Agora chega gente, a reza acaba no instante que a semana recomeça e eu tenho que voltar a rotina, antes que as pessoas sintam a falta da presença daquela que só inventa, pra passar o tempo sem que fique tragico o comico acaso...

"– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Postado por Unknown às 19:52 0 comentários

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Deus há de pagar

Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir
A certidão pra nascer, e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir
Deus lhe pague

Pelo prazer de chorar e pelo "estamos aí"
Pela piada no bar e o futebol pra aplaudir
Um crime pra comentar e um samba pra distrair
Deus lhe pague

Por essa praia, essa saia, pelas mulheres daqui
O amor malfeito depressa, fazer a barba e partir
Pelo domingo que é lindo, novela, missa e gibi
Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça, desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes, pingentes, que a gente tem que cair
Deus lhe pague

Por mais um dia, agonia, pra suportar e assistir
Pelo rangido dos dentes, pela cidade a zunir
E pelo grito demente que nos ajuda a fugir
Deus lhe pague

Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas-bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir
Deus lhe pague

Disse Chico: "Inventei as coisas pra Deus pagar."

Digo: nos inventamos. quando vamos querer resistir,
a graça sem graça da nação, mascarada em opressão!

:D

Tédio!

"– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Postado por Unknown às 17:16 0 comentários

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Maluquices a parte .. eu qro é PIZZA!

Depois de sorvete e chuva

Cansaço e sono

 Poses e beldades ;)

o meu negocio era a pizza desse povo maluco, 

que me faz tão bem. 
De verdade!
Postado por Unknown às 01:16 0 comentários
Marcadores: pizza

domingo, 3 de outubro de 2010

O haver - Vinicius de Moraes

Bom eu devo encher o saco com essa de perseguir o poeta Vinicius de Moraes.. eu lá tenho culpa de ligar tanta coisa da minha vida a tudo que ele escreveu. rs
Agora encontrei nas minhas coisas essa poesia, que é linda demais. Na época não encontrava ela completa na internet e tive que escutar um video postado no Youtube que ele lê a poesia, que por sinal é grande para caramba, mas incrível! Escrita à lápis em um caderno antigo direto para o blog ao som de Nando Reis nesse final de Sábado, começo de Domingo frio e Cívil para oBrasil.. kkk Parei com a mania Infantil de rimar tudo que vejo pelo caminho.
Vamos ao que interessa?


Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com  o silêncio
Resta essa voz intima pedindo perdão por tudo
- perdoai-os eles não tem culpa de ter nascido...


Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter
Esse medo de ferir tocando
Essa forte mão de homem cheia de mansidão
para com tudo que existe


Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
essa inércia cada vez maior diante do infinito
essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimivel
Essa irredutivel recusa a poesia não vivida


Resta essa comunhão com os sons
Esse sentimento da materia em repouso
Essa angustia da simultaneidade do tempo
Essa lenta decomposição poética 
em busca de uma só vida, uma só morte, um só vinicius

Resta esse coração queimando como m sírio
em uma catedral em ruínas
Essa trsiteza diante do cotidiano
com essa súbita alegria de ouvir da madrugada passos (...)


Resta essa vontade de chorar diante da beleza
essa coléra diante do disfarce e do mal entendido
Essa imensa piedade de si mesmo
Essa imensa piedade de sua inútil poesia, es força inútil!


Resta esse sentimento da infância, subitamente
desentrenhado diante de tantos absurdos
essa toda capacidade de rir a toa.
Esse ridiculo desejo de ser útil
Essa coragem de comprometer-se sem necessidade


Resta essa distração
Essa disponiblidade
Essa vaguesa de saber que tudo já foi
Como verá, do vir a ser?
e ao mesmo tempo esse desejo de servir
Essa comteporaneidade com o amanhà dos que não tiveram nem ontem e nem hoje.


Resta essa faculdade incoercível de sonher
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade
de aceitá-la tal como é, e essa visão ampla dos acontecimentos
Essa impressionante e desnecessária presciência
Essa memória anterior de mundos inexistentes, e esse heroismo 
estatico, e essa pequenina luz indecifravel 
E as vezes os poetas dão o nome esperança.


Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Em busca de equilibrio no fio da navalha
Essa terrivel coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens

Resta esse desejo de se sentir igual a todos
De refletir sem olhar, sem curiosidade, sem história

Resta essa pobreza intrinseca
Esse orgulho, essa vaidade de não querer ser principe senão do seu reino.


Resta essa fidelidade de mulher e ao seu tormento
Esse abandono sem remissão a sua coragem insaciavel

Resta esse eterno morrer a cruz de seus braços

esse eterno ressucitar para ser recrucificado
Resta esse dialogo do cotidiano com a morte
Esse fascineo pelo momento a vir
Quando emocionada ela virá me abrir a porta
como uma velha amante
Sem saber que é a minha mais nova namorada.

* Esse poema tem algumas versões, eu acabei mudando algumas coisas, por acidente (rs), mas se aproxima da ultima versão rescitada por ele mesmo em um cd chamado antologia poetica e esta no "O melhor de pasquim 1969/70".
Postado por Unknown às 00:08 0 comentários
Marcadores: poema vinicius moraes haver

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Quer mais confusão?

Qual é a desse caras??
Ficha limpa... oq é isso, se o cara pode politicar do msm jeito... congelar votos? Tapar o sol com a peneira, isso sim...


Nos já sabemos que Brasileiro tem memória curta...
Amanhã no almoço, ja esqueci a cor da calcinha que dormi na noite passada. 
Então porque não? 
congelo os votos dos politicos espertos azarentos que sujaram a ficha por obra do destino, e qdo o povo otário esquecer, a gente limpa a sujeira e libera a verba para roubar mais um pouquinho.


Afinal Rouba mais faz estrada, hospital e favela de concreto... é nois que tá Mano!!
Postado por Unknown às 00:40 0 comentários
Marcadores: politica

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Escravos de um novo rito. Pagando por tudo isso...

Eu sei que já faz muito tempo que a gente volta aos princípios
Tentando acertar o passo usando mil artifícios
Mas sempre alguém tenta um salto, e a gente é que paga por isso, oh!
Fugimos prás grandes cidades, bichos do mato em busca do mito
De uma nova sociedade, escravos de um novo rito
Mas se tudo deu errado, quem é que vai pagar por isso?
Quem é que vai pagar por isso? Quem é que vai pagar por isso?
Quem é que vai pagar por isso?

Eu não quero mais nenhuma chance, eu não quero mais revanche
Eu não quero mais nenhuma chance, eu não quero mais ... 



Lobão - Revanche
Postado por Unknown às 23:35 0 comentários

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Para toda vida quero estar comigo

Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz, já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco
Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei pra aprender
Daqui pra frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei


Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim

Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo


Foi tão difícil pra eu me encontrar
É muito fácil um grande amor acabar, mas
Eu vou lutar por esse amor até o fim
Não vou mais deixar eu fugir de mim
Agora eu tenho uma razão pra viver
Agora eu posso até gostar de você
Completamente eu vou poder me entregar
É bem melhor você sabendo se amar


EU ME AMO - Ultraje a Rigor (letra e vídeo): "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Postado por Unknown às 22:36 0 comentários

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Para mim significa muita coisa...

Postado por Unknown às 17:18 0 comentários

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Moldura do Sorriso de menina-mulher

A monotonia dos dias
O Silêncio das manhãs
E a solidão da noite
Está Emoldurando, Redesenhando
Uma nova mulher
(antes menina).

Frágil, Triste e sonhadora
Escondida atrás de
sua armadura
Demonstrava força,
Alegria e até mesmo Rigidez.

Os que mentem tambám sentem medo;
Os que sorriem também choram
(talvez mais do que o esperado);
As vigas de sustentação também podem ceder.

Nem tudo que parece
Pode parecer para sempre. Disse ela.

Trago boas novas:
O sorriso acabou de dizer adeus.
Disse que volta em breve
Vai trazer a beleza da juventude
em rosto de menina-mulher.
Ele se dedica a ser melhor
Vai viver a vida lá fora.

Menina-mulher entenderá
Sabe que não quer mais se esconder

- Não precisa mais de armadura menina!
- Espero que encontre logo o caminho Mulher!
Postado por Unknown às 15:25 0 comentários
Marcadores: menina mulher poema

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Loucura total!

é o resumo da opera!! 
Um milhão de coisas para fazer e não fazer
Um milhão e meio de coisas para pensar e deixar de pensar
Dois milhões de pessoas para amar e desamar...

Com tantas paranóias, delirios e besteiras na mente:
Penso se posso ou não deixar ou fazer! 
viver ou morrer! 
se iludir ou desistir!
querer mas não poder! 
luto, mas não devo! 
creio, mas não desejo!
acredito, mas finjo...



Quero mesmo é viver com um milhão de coisas na vida do mundo
do que ficar parada pensando no que não posso e o que não devo.

Agindo como Moralista? 
Mas o mundo  é assim... fingi que é

então.. vamos fingir juntos?
Postado por Unknown às 01:06 0 comentários
Marcadores: loucura fingir moralismo

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Parte louca de mim mesmo

O amor deflagra guerras
No coração de quem ama
Um bandido sórdido
Uma menina linda

O amor lança seu ferrão
No desamparo dos amantes
É um inseto louco em volta da luz
Um lobo solitário uivando na escuridão

Do amor pouco sei
E quase tudo espero
Amando eu me acalmo e me desespero

O amor faz da minha voz
Um gemido surdo
De mim um escravo lanhado
Um tigre encurralado

O amor sombreia as trevas
Clareia até cegar
É um lar que não abriga
O crime perfeito de dois assassinos

Me acalmo me desespero - Cazuza

Acesse:
Cazuza: Textos

"– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Postado por Unknown às 17:15 0 comentários

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Tudo sobre amor e perda

No seu armário, as roupas que ela não te deu
E a confiança que ela não te devolveu
Trocou de sonhos, como se não fossem seus
E tem em troca os truques novos que aprendeu


Você tropeça em tudo que ela não deixou
Vê da janela o sono que ela te roubou
Mas me garante, nunca vai guardar rancor
Guardou foi ódio, que às vezes dura mais que amor


Tudo sobre amor e perda , você falou
Que só deseja que ela aprenda, o que ela te ensinou
Tudo sobre amor e perda, você falou
Que só deseja que ela aprenda, Tudo sobre amor e perda


Um brilho quase trágico naquele olhar
Era um milhão de alarmes pra te avisar
Deixava muito claro que ia precisar
Ser corajoso ou estúpido demais pra amar


Você conhece cada frase
De tudo que ela vai dizer
E como a gente perde o rumo
Se a gente só quer se perder
Quem sabe onde ela anda agora?
Com quem vai repetir você?
Quem sabe quem lhe abre as portas?
Para quem vai fingir prazer?


Leoni
Postado por Unknown às 23:48 0 comentários

domingo, 15 de agosto de 2010

Sistema Nervoso

Dorme pequenino e eu te conto um segredo
Quando gente grande quer lutar por seus direitos
Acaba numa cruz ou cozinhando num espeto

As coisas são assim porque nasceram assim mesmo
Pelo amor de Deus menino tenha algum respeito
O povo unido sempre sai ferido de algum jeito

E você insiste que o sistema é cruel e escraviza o
nosso povo
Te cuida meu filho, não deixa o sistema nervoso

Depois nós que somos tolos
Assistindo vocês todos brincarem com fogo e ter que
repetir tudo de novo...
Não deixa o sistema nervoso
Postado por Unknown às 16:25 0 comentários
Marcadores: nervoso

sábado, 31 de julho de 2010

Outra Letra...

Eu quero descansar no teu peito
O cansaço dessa vida
E o peso de ter que ser alguém
Eu já não sei o que faço meu bem
Nem o que farei...

Mas se você quiser e vier
Pro que der e vier comigo
Eu posso ser o seu abrigo
Mas e se você não quiser
Eu posso ser um qualquer inimigo
Mas só quero que saiba meu bem...
Esteja sempre comigo...

Eu quero encontrar a minha paz
Que eu já não sei dos perigos
que essa vida me traz...
Só sei que a gente inventa amor,
e dor e tudo que nos satisfaz...

E se você quiser e vier
Pro que der e vier comigo
Eu posso ser o seu abrigo
Mas e se você não quiser
Me nego à todo e qualquer castigo...
Mas só quero que saiba meu bem...
Te levo sempre comigo...


Andréa Martins - Canto dos Malditos da Terra do Nunca



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Postado por Unknown às 15:05 0 comentários

terça-feira, 27 de julho de 2010

Uma letra....

Sempre precisei
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
Nesses dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo
O que é demais nunca é o bastante
A primeira vez
É sempre a ultima chance
Ninguém vê onde chegamos
Os assassinos estão livres
Nós não estamos.
Vamos sair
Mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão
Procurando emprego
Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas
Vamos lá, tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer desta noite
Ter um lugar para ir
Já entregamos o alvo e artilharia
Comparamos nossas vidas
Esperamos que um dia nossas vidas possam se encontrar
Quando me vi tendo de viver
Comigo apenas e com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo
Eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir
E mesmo assim
Não tenho pena de ninguém...

Teatro dos Vampiros - Legião urbana
Renato Russo
Postado por Unknown às 11:03 0 comentários

domingo, 25 de julho de 2010

Pensamentos oportunistas

Não tenho medo da morte
Tenho medo da vida que esquecerei
dos sonhos que não viverei
das pessoas que não conheci
dos vidas que deixarei

Posso parecer fraco, prepotente
ou até mesmo egoísta
Mas a perfeiçao
Não passa de um desejo idealista
e todo aquele que anseia
acaba se tornando escravo
de seus próprios pensamentos oportunistas

Até onde posso ultrapassar a "linha"
e interferir no que é proposto?

Conhece-ti a ponto de ter o poder sobre isso.
Diante de tudo isso:
A inteligência se torna obsoleta,
Retrograda, atrasada.
Se torna enfim, talvez, o grande obstáculo.
A razão.

É que descobrir a origem e a causa
É mais dificil do que enfrentar

Você trabalha no escuro
Com apenas a esperança de um dia
Saber porque trabalhou. o porque lutou.

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Postado por Unknown às 12:54 0 comentários

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Perdedores de solução

Você questiona tanto
Já disse que não sei
Já disse que não sei

O que quer tanto saber
Não sei te responder, eu não sei.

Do que ta falando?
Já disse que não sei

Você diz que ando longe
Mas e você, onde anda?

Você diz que me escondo
Mas e você, onde se esconde?

Eu e você
Criadores de problemas
Perdedores de soluçoes.

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Postado por Unknown às 20:48 0 comentários

terça-feira, 13 de julho de 2010

A equilibrista

Nunca pensei que se tornar outra pessoa poderia ser tão dolorido.
É! Fases de transições na vida são necessárias, mas imensamente desgastantes.
Sempre vem a turbulência.

Problemas surgem o tempo todo
Repentinamente,
Determinadamente
Perturbando a qualquer preço as nossas mentes...

O pensamento que me vêm à cabeça é sempre:
“Perdi o controle novamente.”

Poderia lhe fazer as perguntas:
Qual a maneira correta de encarar um problema por menor que ele seja?
Qual a maneira correta de levar a vida?

Você pode
tentar,
Rodear,
E até inventar...
Mas responder
Nunca conseguirá.
Você não sabe. Eu também não sei.
E se isso te consola, não sei se alguém vai descobrir um dia.

Lógico, eu também sei que problemas são lições da vida.
Aprendizado, sabedoria pura... Claro!
Não tenho a menor dúvida que aprendemos muito com tudo isso... Mas, quero confessar uma coisa:

Eu to morrendo de medo.
O “e se” me preocupa demais.

Se os problemas persistirem..
Se as coisas continuarem a dar errado
E se tudo sempre for equivocado...
Mal interpretado
Desequilibrado

...

Ai quem vai precisar se equilibrar sou eu...

Segurando uma porção de pratos de porcelana...
Um em cada espaço livre do corpo, fazendo graça para todos acharem bonito. É o meu trabalho, a equilibrista.
Mas dentro dela tudo é bobagem, besteira... na verdade o medo de fazer vexame reina e o público espera maldosamente que um prato, apenas um, caia no chão e faça aquele estardalhaço completo. Para que todos caiam na risada e digam: eu avisei.
Postado por Unknown às 20:00 0 comentários
Marcadores: equilibrista
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